Disputa entre Mercado Livre e Shopee pressiona oferta de galpões logísticos.21/07/2025
O mercado de galpões logísticos e industriais segue aquecido em 2025, com forte impacto da disputa entre gigantes do e-commerce. Dados da consultoria Newmark, obtidos com exclusividade pela Exame, mostram que 650 mil metros quadrados foram entregues na Grande São Paulo apenas no segundo trimestre. Para o restante do ano, a projeção é de mais 908 mil metros. A absorção líquida — diferença entre áreas alugadas e devolvidas — saltou de 88 mil metros quadrados no primeiro trimestre para 501 mil no segundo, evidenciando a força da retomada. A Bridgestone, mesmo fora da disputa entre grandes varejistas, liderou em absorção líquida ao ampliar sua operação de 43 mil para 116,5 mil metros quadrados em Mauá. “A companhia já ocupava uma grande área e acabou se mudando, com expansão para outro empreendimento mais novo”, explicou Mariana Hanania, líder de pesquisa e inteligência de mercado da Newmark. Logo atrás, aparecem o Mercado Livre (105 mil m², em Guarulhos) e a Shopee (cerca de 80 mil m², em São Bernardo). Segundo Mariana, “o Meli lidera. Mas, quanto mais ele cresce, mais a Shopee vai atrás. Isso vai demandando cada vez mais espaço para galpões desde o boom desse setor na pandemia, em 2020”. A escalada do comércio eletrônico e o fortalecimento da infraestrutura logística nas periferias da Grande São Paulo seguem como principais impulsionadores do segmento. O e-commerce respondeu por 48% das transações no segundo trimestre. A indústria participou com 28% e o setor de serviços com 24%. Preços em alta e vacância em baixa A forte demanda e a escassez de terrenos continuam pressionando os preços. O valor médio do metro quadrado de locação subiu 5% no trimestre, atingindo R$30 — 16% acima do registrado no mesmo período de 2024. A capital paulista segue como a cidade mais cara para manter um galpão, com o preço do metro quadrado a R$44. Guarulhos aparece em seguida, com R$37. Jundiaí (R$21,5) e Atibaia (R$21) registram os menores valores. Mesmo com a entrega de novos estoques, a taxa de vacância nas regiões mais disputadas permanece em 8%. “Taxas abaixo de 10% apresentam uma falta de equilíbrio de mercado. Quando essa vacância está abaixo desse nível, vemos uma descompensação. Então, nesse caso, a negociação fica muito mais forte do lado do proprietário por conta da demanda muito alta”, conclui Hanania. Guarulhos lidera o volume de novos estoques com 45% das entregas previstas. Cajamar (28%), ABC Paulista (22%) e Sorocaba (16%) completam o ranking. Fonte: Informações retiradas de Letícia Furlan a Exame Outras Notícias
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